sexta-feira, 17 de junho de 2016

É hora de arriscar...
Atreve-te a AMAR.
 

terça-feira, 14 de junho de 2016

A alegria é paz que transborda.

 
 
A alegria é uma bondade que se quer partilhar.
 
Depende da capacidade de cada um de nós se desprender do que nos impede de voar. Sim, a alma voa. Mesmo. Se não a aprisionarmos em preocupações inúteis que se devem ignorar ou esquecer, ainda que, por vezes, com bastante sacrifício.~
 
Só há alegria quando aprendemos a não nos entristecer com dores do passado, a seguirmos adiante apesar dos obstáculos do presente e quando temos mais fé do que ansiedade em relação ao futuro dos nossos sonhos... a alegria é sem tempo, está acima do tempo.
 
É uma condição essencial do verdadeiro contentamento que se estejam a vencer as guerras. Interiores e exteriores. E vencer, por vezes, é apenas lutar... qualquer que seja o resultado. A alegria supõe uma paz de espírito. Sem paz, não há alegria.
 
As pessoas que não invejam o que os outros possuem, e que vivem contentes com o que são, têm paz e, portanto, alegria. Ao contrário daquelas que, mesmo tendo muito, acham que é sempre pouco, porque maior é a sua ambição, ou avareza, ou ânsia de poder…
 
A alegria nasce da paz, é um silêncio íntimo de quem luta na mais importante das guerras... é a vontade de partilhar o mais precioso de todos os bens: a felicidade autêntica.
 
A alegria não é o entusiamo do início… só há verdadeira alegria no fim.
 
                                                                                                                       José Luís Nunes Martins

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terça-feira, 17 de maio de 2016

Escolher...


Escolher implica traçar uma linha clara. Um critério que permite examinar e avaliar as opções separando as boas das más, as úteis das inúteis, as convenientes das inconvenientes.
Esta linha é também resultado de uma escolha. Por isso, pode ser justa ou injusta, levar ao sucesso ou ao fracasso. Há escolhas sensatas e outras mais apaixonadas... Chegando, por vezes, a ser meros caprichos.

Preferir é estabelecer prioridades ou importâncias. É ordenar de acordo com pesos e medidas. Mas também aqui o critério mais importante é o que preside à escolha do critério.
Há depois um nível superior de decisão: a eleição. Uma pessoa não escolhe outra, tão-pouco a pode preferir. Eleger é uma vontade da alma. Única e exclusiva.

Podemos escolher os membros de uma equipa, preferir uns a outros, mas quando assumimos a pessoa como um todo, integral e absoluto, ou a elegemos ou não. O critério é um só: a decisão da alma, baseada na sua identidade.
Posso conhecer bem alguém por aquilo que escolhe ou prefere, mas será muito mais evidente se me revelar os seus critérios. Quem elege não pode deixar de revelar quem é.

A alma expõe-se de forma concreta quando se decide alguém... E fica ali, bem diante dos olhos dos outros e ao alcance dos seus eventuais golpes... Nas eleições que fazemos mostramos o que povoa o fundo do nosso coração, até a nós mesmos... Nesse sentido, é quando fechamos os olhos que melhor nos vemos.
Se cabe a quem decide ter de lidar com as dúvidas e as possibilidades de fracasso das suas decisões, as eleições íntimas são – de todas – as que envolvem maior coragem. Na eleição de quem devemos amar não se pode arriscar menos do que tudo.

Ao amor é essencial o sacrifício do que somos... mas, na verdade, quem deseja o céu... só se encontra quando se dá, quando se perde.
José Luís Nunes Martins

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Adoração ao Santissimo - 07 de maio 2016

Hoje és convidado mais uma vez a olhar para Jesus, a saboreá-Lo e a escutá-Lo.

Jesus procura-te, e depois de te encontrar, deseja levar-te para casa.


 Olha para a tua vida, olha para ti e responde se tens consciência de que Ele está sempre presente na tua vida, de que Ele, Jesus procura encontrar-te, conhecer e amar-te.
 
A questão não é “Como hei-de encontrar Jesus?”, mas “Como hei-de deixar que Jesus me encontre?”...
A questão não é “Como posso conhecer Jesus?”, mas “Como posso deixar que Jesus me conheça?”
A questão não é “Como vou amar Jesus?, mas “Como vou deixar-me amar por Jesus?”
 
Conseguirás parar um pouco para olhares para Jesus e veres a Sua presença na tua vida?