segunda-feira, 2 de maio de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
Não Estou Só - Thiago Brado (Oficial Full HD)
Sou pequeno, muito falho,
mais eu sei que o teu amor por mim é grande,não mereço,
mas preciso, desse amor que me acolhe e me constrange,
você ouviu as minhas lágrimas em silêncio,
e com teu singelo amor me abraçou.
No sereno de uma noite tive medo,
No sereno de uma noite tive medo,
mas vi nascer um lindo dia clarear.
Nos teus braços me acalmei,
tive coragem, não desisti, abri meus olhos,
enxerguei, que não estou só, não estou só,
tenho sempre o teu amor.
Não estou só.
Não estou só.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
O segredo do que sou
O que somos depende do que amamos. Só quem se dá aos outros
se liberta do egoísmo. Ser é amar. Realizar-se na entrega de si ao outro.
O que sou não se limita ao que penso que sou, tão-pouco ao
que penso que os outros julgam de mim. É mais. Sou também aquilo que recebo
quando me esqueço de mim e me abro ao outro, e aquilo que fica de mim nos
outros, quando a eles me dou...
Não sou apenas um aqui e agora. Sou também o que fui... e o
que hei de ser.
Sou o que quero concretizar da minha essência, as sementes
que decido regar de entre as que existem em mim.
A minha identidade faz-se dos muitos e pequenos passos que
vou escolhendo dar... cada momento da vida é tão importante quanto
insignificante.
Sofremos, por vezes, golpes fundos. O tempo nem os apaga nem
os cura. São partes de nós, todas elas boas, porque são parte de nós. As
tempestades, muitas vezes, aproximam-nos de quem nos quer bem... As dores
fazem-nos família. Quando amo, e sou aceite, também sou no outro... e o outro,
quando me ama e eu o aceito, também é em mim.
Sou um mistério que se constrói e revela... na certeza de
que nunca sou nem mais, nem menos, do que o amor de que for capaz...
Sou o que amo.
José Luís Nunes Martins
segunda-feira, 11 de abril de 2016
A Felicidade não é uma sorte
A Felicidade não é uma sorte
A felicidade não é um dom divino atribuído apenas a alguns, assim como também não é o resultado de um qualquer acaso ou sorte mais terrena. Não. Não vem dos céus nem de uma qualquer lotaria, antes sim de um conjunto de decisões íntimas e concretas em relação à vida de todos os dias. Por vezes, passa por abdicar do que outros julgam essencial. Muitos são os que permitem que as coisas banais os (pre)ocupem de mais.
Ser feliz não passa por satisfazer desejos momentâneos, mas por aprender a sonhar e a criar realidade, tantas vezes a partir do nada.
Ser feliz não é ser escravo dos seus apetites, é ser senhor de si. Todos temos o dever de nos tratarmos bem. Sermos corretos connosco próprios e com os outros.
Só quem acredita e confia em si pode ser feliz, porque não medirá o seu valor pelo que veste, pelos seus bens, pelo sucesso ou por outra coisa qualquer que o dinheiro pode comprar.
Não se deve nunca usar ninguém, ainda que seja por um interesse nobre. A única forma virtuosa de relação humana é o encontro, nunca o negócio.
Ser feliz não é viver no céu, é ter o céu em si. É escolher ser céu… e dar-se.
A felicidade é a realização plena de si… mas nunca se é feliz sozinho, porque o infinito só se revela no encontro.
José Luís Nunes Martins
sábado, 2 de abril de 2016
Quando alguém caminha descalço pelo meio de uma floresta deve
escolher bem o seu caminho. Mais, importa que olhe com atenção a cada passo.
Qualquer descuido pode implicar um golpe profundo. Assim também é a vida. Por
melhores que sejam os sapatos que nos protegem os pés, o nosso interior está
sempre exposto às nossas decisões, desatenções e ao caminho que vamos
construindo. O corpo precisa de nós para o defender. O íntimo também.
Devemos respeitar-nos ao ponto de não nos permitirmos ingenuidades ou desvarios. Sempre. Mesmo nas coisas mais pequenas. Só quem cuida de ser honesto e íntegro nas coisas pequenas poderá ser virtuoso nas grandes. Não se pode ser inteiro descuidando qualquer uma das partes. Por mais pequena que seja. Só quem conhece a grandeza de uma sinfonia compreende o valor de cada uma das notas que a compõem. No final, nada é insignificante.
Devemos respeitar-nos ao ponto de não nos permitirmos ingenuidades ou desvarios. Sempre. Mesmo nas coisas mais pequenas. Só quem cuida de ser honesto e íntegro nas coisas pequenas poderá ser virtuoso nas grandes. Não se pode ser inteiro descuidando qualquer uma das partes. Por mais pequena que seja. Só quem conhece a grandeza de uma sinfonia compreende o valor de cada uma das notas que a compõem. No final, nada é insignificante.
É evidente que todos erramos. Todos. Uma nota errada não estraga uma melodia.
Mas quem não vive com verdade e dedicação, quem não se entrega ao que faz na
sua vida, acaba por cometer o maior de todos os erros: tornar-se insignificante.
E, quando o amor nos levar por caminhos íngremes, longos e dolorosos, que
saibamos sofrer... e, ainda que parando, e até, por vezes, voltando para trás,
consigamos sempre regressar ao caminho que é o nosso. Que somos nós.
São muitos os que tremem e não andam, temem e não lutam. Escolhem ser fracos, apesar de sonharem ser valentes. Desejam, mas as almofadas são o local onde os seus sonhos jazem em câmara ardente.
O amor é, também, uma coroa de espinhos. Fortes são os que lutam, aqueles a quem os tormentos não travam.
Os desamparos são temporários. O constante em nós é a capacidade de nos erguermos e caminharmos pelos próprios pés… apesar de tudo.
Por mais encantador ou sombrio que seja, cada passo é um caminho...
São muitos os que tremem e não andam, temem e não lutam. Escolhem ser fracos, apesar de sonharem ser valentes. Desejam, mas as almofadas são o local onde os seus sonhos jazem em câmara ardente.
O amor é, também, uma coroa de espinhos. Fortes são os que lutam, aqueles a quem os tormentos não travam.
Os desamparos são temporários. O constante em nós é a capacidade de nos erguermos e caminharmos pelos próprios pés… apesar de tudo.
Por mais encantador ou sombrio que seja, cada passo é um caminho...
José Luís Nunes Martins
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