segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
E Albernoa encheu-se de luz...
E Albernoa encheu-se de luz
Manhã de chuva torrencial. Tarde
mais amena. Noite que aqueceu o coração de todos.
De todos os que com muita alegria
participaram na Adoração ao Santíssimo Sacramento, na Igreja de Nª Srª da Luz, paróquia
de Albernoa, da responsabilidade dos Irmãozinhos de S. Francisco
de Assis de Beja.
Albernoa esteve em festa na noite
de 13 de Dezembro de 2014.
Foi com simpatia que as gentes
daquela terra nos receberam. E foi com emoção que também nos encontrámos ali.
Como sempre os Irmãozinhos arrastam consigo centenas de pessoas para assistir
às suas celebrações, e Albernoa teve o privilégio de não ser exceção.
Foi maravilhoso ver a ternura
dedicada pelo Irmão Ricardo aos utentes do lar. Foi bonito ver que alguns
também quiseram estar connosco, com os Irmãozinhos, nesta Noite Santa.
A Igreja estava linda na sua
simplicidade. O altar enfeitado com Flores de Natal, vermelhas salpicadas de
branco e amarelo, a lembrar a quadra que se aproxima.
Estas noites são sempre
especiais. Especiais pela oração, pela emoção, pela verdade e pela entrega.
Estas noites são únicas.
E a alegria daquela menina, que
faz colares bonitos e que creio ser utente do lar, ao participar nesta
celebração?! Toda ela sorria. O seu sorriso e os seus olhos brilharam de emoção.
E nós, ficámos felizes por isso.
E o momento alto da Adoração
chegou. A bênção individual com o Santíssimo Sacramento é simplesmente
maravilhosa. Todas as emoções, todos os medos e preocupações se encontram ali. E
a Fé que nos leva a assistir a estas noites fica mais forte, e sentimo-nos como
diz o cântico, “Eu quero ser, Jesus amado como o barro nas mãos do oleiro.
Rompe-me a vida…faz-me de novo. Eu quero ser um vaso novo”.
“Advento Tempo de Espera”, era o
lema desta noite. De espera em nós, de renovação, de silêncio, de amor ao
próximo, de amor a Jesus. E Jesus nasceu…
Albernoa encheu-se de luz.
Meus queridos Irmãozinhos, sempre
vos hei-de enaltecer e agradecer por todas as celebrações que partilham
connosco, por todo o carinho que dedicam a todas as vossas Paróquias, e por
todos os momentos de oração.
Ju
Queluz, 14 de Dezembro de 2014
sábado, 6 de dezembro de 2014
2º Domingo do Advento
Não basta haver caminhos para se chegar: é fundamental desejar o destino proposto e amá-lo tanto que se aceite o desprendimento do sítio onde se está; assim como o eventual desconforto da viagem.
Cada viagem começa, por isso, dentro do caminhante. E é dentro, também, que ele recolhe a determinação dos passos…Estes são a resposta, umas vezes airosa outras vezes dorida, ao apelo que se ouviu.
Não se chega sentado num miradouro, onde indefinidamente alguém fique a contemplar o local que avista e diz amar.
A conversão exige queimar no fogo do Espírito as amarras que nos detêm em cada sítio.
João Aguiar Campos
Cada viagem começa, por isso, dentro do caminhante. E é dentro, também, que ele recolhe a determinação dos passos…Estes são a resposta, umas vezes airosa outras vezes dorida, ao apelo que se ouviu.
Não se chega sentado num miradouro, onde indefinidamente alguém fique a contemplar o local que avista e diz amar.
A conversão exige queimar no fogo do Espírito as amarras que nos detêm em cada sítio.
João Aguiar Campos
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Uma oração...
No meio do silêncio,
não são precisas muitas palavras para falar conTigo.
Sei que por vezes me esqueço de Ti,
que daí olhas por mim, mas continuas a amar-me,
como Pai, e a acolher-me de braços abertos.
Transmites-me serenidade, quando olhas para mim, através da cruz.
Sinto a Tua força, aquela que me dás quando penso que já não posso mais.
Sozinha não, mas conTigo, sim!
As nuvens cinzentas, que por vezes passam na vida, tapam-nos a vista.
Não consigo ver-Te, onde estás?
Ali! Mesmo à minha frente!
Naquele "bom dia", naquele "como estás",
naquele abraço apertado, que sem palavras diz tudo.
Naqueles minutos de conversa,
naquele sorriso rasgado,
naquela lágrima que teima em correr.
Naquele acorde, naquela música, que se repete e vai enchendo o coração.
Estás lá, sempre.
Permaneces paciente, mesmo que eu não Te veja logo,
que ande cega com coisas de menor importância.
Sim, pois Tu deves ser o primeiro,
Aquele a quem falo quando acordo,
Aquele a quem falo quando me deito,
Aquele a quem entrego a vida e que zela pelo sono tranquilo.
Que bem que sabe falar conTigo, o calor da oração...
Porque precisava daquele silêncio
para Te agradecer tudo e todos os que escreves no livro da minha vida.
No meio do silêncio,
não são precisas muitas palavras para falar conTigo.
Sei que por vezes me esqueço de Ti,
que daí olhas por mim, mas continuas a amar-me,
como Pai, e a acolher-me de braços abertos.
Transmites-me serenidade, quando olhas para mim, através da cruz.
Sinto a Tua força, aquela que me dás quando penso que já não posso mais.
Sozinha não, mas conTigo, sim!
As nuvens cinzentas, que por vezes passam na vida, tapam-nos a vista.
Não consigo ver-Te, onde estás?
Ali! Mesmo à minha frente!
Naquele "bom dia", naquele "como estás",
naquele abraço apertado, que sem palavras diz tudo.
Naqueles minutos de conversa,
naquele sorriso rasgado,
naquela lágrima que teima em correr.
Naquele acorde, naquela música, que se repete e vai enchendo o coração.
Estás lá, sempre.
Permaneces paciente, mesmo que eu não Te veja logo,
que ande cega com coisas de menor importância.
Sim, pois Tu deves ser o primeiro,
Aquele a quem falo quando acordo,
Aquele a quem falo quando me deito,
Aquele a quem entrego a vida e que zela pelo sono tranquilo.
Que bem que sabe falar conTigo, o calor da oração...
Porque precisava daquele silêncio
para Te agradecer tudo e todos os que escreves no livro da minha vida.
Helena Chaveiro
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