Agradecimentos: Rosa Ferro pelo apoio e miminhos que nos trouxe da nossa linda cidade e ao Restaurante Linha do Sul pelo excelente acolhimento e ofertas que nos deram... Rezamos por todos
sábado, 4 de maio de 2013
Adoração ao Santíssimo Sacramento
Santa Margarida do Sado
Agradecimentos: Pe Reuber, Frei Cristian, Jovens Shemá', Convívios Fraternos Beja e Comunidade de Santa Margarida do Sado
sexta-feira, 3 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Peregrinar: pés no chão, corações ao alto
“Eu
tenho os meus pés no chão/ Mas sei que o meu coração está muito além do céu /E
do que se possa ver./Busco o que no alto está, busco o que não passará jamais.
/Minha vida está escondida em Jesus./Sou estrangeiro aqui, o Céu é o meu lugar.
/É de onde vim, é pra onde vou, é lá onde eu vou morar...” (Estrangeiro Aqui -
Comunidade Shalom). A peregrinação faz com que todo peregrino seja um
estrangeiro por onde passe. Ainda que ela seja uma provação física ela é, por
essência, uma prova espiritual. Ao contemplar o fim da jornada, o
peregrino encontra o que o moveu, encontra o fim que dá sentido ao mover-se,
ele encontra o Sobrenatural.
Quando
contemplamos o exemplo do peregrino da Idade Média, observamos um ritual tão
belo que precisa fazer parte da nossa preparação. O peregrino medieval, ao
sair, passava por um ritual de despedida. O homem que saia em peregrinação
deveria “morrer” no caminho e o que voltava para o lar era um homem
completamente novo. Sendo assim, Peregrino morre um pouco para o mundo quando
toma a estrada, porque os seus objetivos tomam um contorno que o leva para a
outra pátria. Ainda que a motivação possa ser pessoal, individual e única ela
dá-se em comunidade onde os laços de fraternidade são estreitados. Quando
peregrinamos somos, de certa forma, expatriados porque deixamos a segurança do
nosso lar para embarcarmos numa nova aventura de fé. Só assim compreenderemos
a dimensão da expressão que é a identidade do cristão: “Sou estrangeiro aqui”.
A
peregrinação prescindia dois pressupostos bem simples: o caminho e o destino.
Não era o destino a causa da conversão do peregrino, mas o caminho que se
percorria. Passavam-se meses em caminhada e quando assim chegavam ao destino -
fosse em Jerusalém, em Roma ou em Santiago de Compostela - permaneciam lá por
uns dias e retornavam.
Cada
dia, cada hora, cada passo aproxima o peregrino do seu destino, pois a cada dia
esse desejo é renovado. A peregrinação cristã faz-se importante não pelo lugar
para o qual se peregrina, mas o que realmente importa é para quem se peregrina.
É com os pés no chão, mas com o coração em Maria que, a partir do próximo dia 2 de Maio, cinco Jovens Shemá' partem para uma grande aventura de Fé que é a Peregrinação a Pé ao Santuário de Fátima... A todos agradecemos o apoio que nos têm demonstrado até agora e pedimos a vossa Oração.... PAZ E BEM
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