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terça-feira, 24 de maio de 2011

Concerto em Vila de Frades

 
 
Vai ter lugar no próximo dia 28 de Maio de 2011 pelas 21h30m na Igreja Paroquial de Vila de Frades um Concerto integrado na 7ª edição do Festival Terras sem Sombra organizado pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja.
Gostaríamos muito de contar com a sua presença.
 
Atenciosamente.
 
Pela Comunidade de Vila de Frades
Ir. Domingos Bragadesto

Noite XPTO - uma "directa" com Deus

Beja, 27 de Maio de 2011. Mais uma Noite XPTO, com o tema: «Foste escolhido, passa a Palavra». Será uma renovada oportunidade dos jovens se encontrarem com Jesus Cristo que tanto nos ama e que deu tudo por nós, até a própria vida. Excelente!

Convite do Papa Bento XVI para a JMJ 2011 (Parte2)

Na nascente das vossas maiores aspirações!

1. Em todas as épocas, também nos nossos dias, numerosos jovens sentem o desejo profundo de que as relações entre as pessoas sejam vividas na verdade e na solidariedade. Muitos manifestam a aspiração por construir relacionamentos de amizade autêntica, por conhecer o verdadeiro amor, por fundar uma família unida, por alcançar uma estabilidade pessoal e uma segurança real, que possam garantir um futuro sereno e feliz.

Certamente, recordando a minha juventude, sei que estabilidade e segurança não são as questões que ocupam mais a mente dos jovens. Sim, a procura de um posto de trabalho e com ele poder ter uma certeza é um problema grande e urgente, mas ao mesmo tempo a juventude permanece contudo a idade na qual se está em busca da vida maior. Se penso nos meus anos de então: simplesmente não nos queríamos perder na normalidade da vida burguesa. Queríamos o que é grande, novo. Queríamos encontrar a própria vida na sua vastidão e beleza.

Certamente, isto dependia também da nossa situação. Durante a ditadura nacional-socialista e durante a guerra nós fomos, por assim dizer, «aprisionados» pelo poder dominante. Por conseguinte, queríamos sair fora para entrar na amplidão das possibilidades do ser homem. Mas penso que, num certo sentido, todas as gerações sentem este impulso de ir além do habitual. Faz parte do ser jovem desejar algo mais do que a vida quotidiana regular de um emprego seguro e sentir o anseio pelo que é realmente grande. Trata-se apenas de um sonho vazio que esvaece quando nos tornamos adultos? Não, o homem é verdadeiramente criado para aquilo que é grande, para o infinito. Qualquer outra coisa é insuficiente. Santo Agostinho tinha razão: o nosso coração está inquieto enquanto não repousar em Ti.

O desejo da vida maior é um sinal do facto que foi Ele quem nos criou, de que temos a Sua «marca». Deus é vida, e por isso todas as criaturas tendem para a vida; de maneira única e especial a pessoa humana, feita à imagem de Deus, aspira pelo amor, pela alegria e pela paz. Compreendemos então que é um contra-senso pretender eliminar Deus para fazer viver o homem! Deus é a fonte da vida; eliminá-lo equivale a separar-se desta fonte e, inevitavelmente, a privar-se da plenitude e da alegria: «De facto, sem o Criador a criatura esvaece» (Conc. Ecum. Vat.II, Const. Gaudium et spes, 36). A cultura actual, nalgumas áreas do mundo, sobretudo no Ocidente, tende a excluir Deus, ou a considerar a fé como um facto privado, sem qualquer relevância para a vida social. Mas o conjunto de valores que estão na base da sociedade provém do Evangelho — como o sentido da dignidade da pessoa, da solidariedade, do trabalho e da família — constata-se uma espécie de «eclipse de Deus», uma certa amnésia, ou até uma verdadeira rejeição do Cristianismo e uma negação do tesouro da fé recebida, com o risco de perder a própria identidade profunda.

Por este motivo, queridos amigos, convido-vos a intensificar o vosso caminho de fé em Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Vós sois o futuro da sociedade e da Igreja! Como escrevia o apóstolo Paulo aos cristãos da cidade de Colossos, é vital ter raízes, bases sólidas! E isto é particularmente verdadeiro hoje, quando muitos não têm pontos de referência estáveis para construir a sua vida, tornando-se assim profundamente inseguros. O relativismo difundido, segundo o qual tudo equivale e não existe verdade alguma, nem qualquer ponto de referência absoluto, não gera a verdadeira liberdade, mas instabilidade, desorientação, conformismo às modas do momento. Vós jovens tendes direito de receber das gerações que vos precedem pontos firmes para fazer as vossas opções e construir a vossa vida, do mesmo modo como uma jovem planta precisa de um sólido apoio para que as raízes cresçam, para se tornar depois uma árvore robusta, capaz de dar fruto.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Recolha de Alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome

Vai relizar-se no próximo fim-de-semana mais uma recolha de Alimentos em favor do Banco Alimentar contra a Fome nos Hipermercados de todo o país.
Vamos todos contribuir para ajudar os que mais precisam. Os Jovens Shemá' associam-se a esta causa e, mais uma vez estarão presentes nos dois dias da recolha das 9h as 21h no Pingo Doce ao lado do Centro Comercial do Carmo, em Beja.


Banco Alimentar contra a Fome... Alimente esta ideia.

sábado, 21 de maio de 2011

Beata Maria Clara do Menino Jesus - A vida de uma santa (Clique aqui)


Nascida na Quinta do Bosque, Amadora - Lisboa, a 15 de Junho de 1843, filha de Nuno Tomás de Mascarenhas Galvão Mexia de Moura Telles e Albuquerque e de D. Maria da Purificação de Sá Carneiro Duarte Ferreira, recebeu no Baptismo, a 02 de Setembro desse ano, na Igreja de Nossa Senhora do Amparo de Benfica, o nome de Libânia do Carmo Galvão Mexia de Moura Telles e Albuquerque.
Órfã desde a adolescência, aprendeu na escola das dificuldades e do sacrifício a vencer as suas inclinações temperamentais e a escutar, no íntimo do coração, a voz de Deus que a chamava a doar-se a todos quantos precisavam da sua ajuda.
A situação social do seu tempo deixava na miséria uma multidão enorme de empobrecidos, constantemente agredida pela injustiça e pela opressão: desabrigados, doentes, explorados, alcoólicos, analfabetos, viúvas, órfãos, etc..
O clamor destes deserdados encontrou eco no coração de Libânia do Carmo que procurou a vida religiosa como meio de lhe responder. Depois do noviciado, em França, e de agregar a si um bom número de seguidoras, criou a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC) e dedica-se, com a sua Congregação ao exercício da caridade, onde fosse preciso fazer o bem: aliviar sofrimentos, acolher necessitados, consolar tristezas, ser presença benfazeja em todos os caminhos e lugares..
Onde houvesse alguém carecido de pão, de casa ou de agasalho, onde aparecesse uma pessoa necessitada de amparo espiritual, de paz ou de conhecimento de Deus, aí estava ela, com suas Irmãs, fazendo-se benefício, acolhimento e esperança…
A vasta obra de fundações: Colégios, Creches, Hospitais, assistência a inválidos e crianças, tratamento a domicílio, cozinhas económicas - conheceu a abnegação desta heróica religiosa.
Na maior disponibilidade e sedenta de anunciar o Evangelho pelo exercício das obras de misericórdia, foi pioneira em missões além mar, registando o ano de 1883 a primeira partida para Angola. Sucederam-lhe outras espaços de evangelização em Goa, Guiné e Cabo Verde.
Eleita Superiora Geral em vários capítulos, em Maio de 1896, a Serva de Deus, a pedido de todas as Superioras locais e de muitas irmãs, foi reconhecida pela Sé Apostólica, como Fundadora e Superiora Geral vitalícia.
Mas nem tudo redundou em sucesso. Como todas as autênticas fundadoras, foi provada pelo mais doloroso sofrimento, pelas mais humilhantes calúnias e as mais cruéis perseguições.
Vivendo numa época marcada pelo poder liberal, viu a sua Congregação ferozmente atacada, como alvo de toda a perseguição à Igreja, em Portugal. No meio das calúnias mais ignominiosas e humilhantes que o jacobinismo português levantou às Irmãs, através da imprensa nacional e estrangeira, a Madre Maria Clara mostrou-se sempre forte e digna, resoluta e prudente, superior a todo o vexame e a qualquer ofensa.
Apesar da campanha difamatória, não deixou a benemérita Congregação de prosperar em vocações e em obras, merecendo sempre o crédito do povo português que lhe requeria os serviços com toda a confiança.
Confrontada, também, por oposições internas que pareceres contraditórios criaram, soube aceitá-las com paciência e serenidade, colocando a bondade e o perdão acima de antagonismos e divergências.
Foi surpreendida por uma visita apostólica, logo após ter sido pronunciada Fundadora, que lhe levantou um calvário de martírios. Experimentou, silenciosa e submissa, as humilhações inerentes a tentativas de destituição do ofício, pelo próprio visitador que se deixou influenciar pela parte contestante. Vê no representante da Igreja o próprio Deus e usa com ele de toda a deferência e respeito, delicadeza e humildade, não obstante uma ou outra defesa que clama a verdade  e a justiça no seu devido lugar.
A plena aceitação do que considerava a vontade de Deus, o amor que consagrava à sua Congregação fazem-na viver serenamente, com muita fé e esperança os martírios que estes acontecimentos provocam. Todos eles aquilatam o valor da sua grande alma. Apesar da sua extraordinária coragem e da sua profunda generosidade, o seu coração bom e sensível, ferido por tantas dores e trabalhos, aproximava-se do fim.
A sua peregrinação terrena deixa um rasto de Hospitalidade e de Acolhimento. Fundou mais de 140 Obras de acção social, recebeu no seu Instituto cerca de mil religiosas que espalharam e levaram o seu carisma de Paz e de Hospitalidade até muito longe.
Combatido o bom combate, desgastada por enormes canseiras, carregada de méritos, a Madre Maria Clara do Menino Jesus faleceu com fama de santidade, no dia 01 de Dezembro de 1899.
Conhecida como era pela sua extrema caridade, mansidão e humildade, a notícia fez chorar pobres e crianças, órfãos e doentes, nobres e povo simples. Milhares de amigos juntaram-se à dor das Irmãs e acorreram a render a última homenagem àquela que consideravam santa. Três dias durou a devota peregrinação de fiéis que queriam ver, pela última vez, esta mulher extremamente caritativa.
A fama de santidade perdurou tempos fora e, em 1995, foi aberta a fase instrutória do Processo de canonização, na Diocese de Lisboa. Decorrendo normalmente as sucessivas etapas, em Roma, em 2008, foi declarada Venerável. Ocorrido um milagre, depois de devidamente estudado e aprovado, teve como desfecho o Decreto do Papa, em 10 de Dezembro de 2010, que autorizou a sua publicação. Está assim aberta a porta para a beatificação, cerimónia que ocorreu hoje pelas  10h30 no Estádio do Restelo em Lisboa, presidida pelo representante do Papa Bento XVI, o Cardeal Angelo Amato (prefeito da Congregação para a Causa dos Santos).



Oração para pedir a Canonização da Irmã Maria Clara do Menino Jesus

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, para Vossa maior honra e glória, bem da Igreja e do mundo, dignai-Vos glorificar na Terra a Vossa serva Madre Maria Clara do Menino Jesus, que em vida tanto se dedicou a cuidar dos pobres, das crianças e de todos os que sofrem.
Revesti-a, Deus de bondade, da auréola de glória que resplandece na fronte de quantos a Santa Igreja nos propõe como modelos de virtude a imitar, e ouvi as suplicas que, por seu intermédio, Vos dirigimos,
concedendo-nos a graça que Vos pedimos.
A Vós toda a honra e toda a glória,
pelos séculos dos séculos. Amen.
Pai Nosso, Avé-Maria, Glória...



Beata Maria Clara do Menino Jesus, Rogai por nós

terça-feira, 10 de maio de 2011

Convite do Papa Bento XVI para a JMJ 2011 (Parte1)


Queridos amigos!
Penso com frequência na Jornada Mundial da Juventude Sidney de 2008. Lá vivemos uma grande festa da fé, durante a qual o Espírito de Deus agiu com força, criando uma comunhão intensa entre os participantes, que vieram de todas as partes do mundo. Aquele encontro, assim como os precedentes, deu frutos abundantes na vida de numerosos jovens e de toda a Igreja. Agora, o nosso olhar dirige-se para a próxima Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar em Madrid em Agosto de 2011. Já em 1989, poucos meses antes da histórica derrocada do Muro de Berlim, a peregrinação dos jovens fez etapa na Espanha, em Santiago de Compostela. Agora, num momento em que a Europa tem grande necessidade de reencontrar as suas raízes cristãs, marcamos encontro em Madrid, com o tema: «Enraizados e edificados em Cristo... firmes na fé» (cf. Cl 2, 7). Por conseguinte, convido-vos para este encontro tão importante para a Igreja na Europa e para a Igreja universal. E gostaria que todos os jovens, quer os que compartilham a nossa fé em Jesus Cristo, quer todos os que hesitam, que estão na dúvida ou não crêem n’Ele, possam viver esta experiência, que pode ser decisiva para a vida: a experiência do Senhor Jesus ressuscitado e vivo e do seu amor por todos nós.

Nos próximos dias iremos postar as outras 6 partes do convite do Santo Padre aos Jovens de todo o mundo para a JMJ de 2011 em Madrid.