Quando alguém caminha descalço pelo meio de uma floresta deve
escolher bem o seu caminho. Mais, importa que olhe com atenção a cada passo.
Qualquer descuido pode implicar um golpe profundo. Assim também é a vida. Por
melhores que sejam os sapatos que nos protegem os pés, o nosso interior está
sempre exposto às nossas decisões, desatenções e ao caminho que vamos
construindo. O corpo precisa de nós para o defender. O íntimo também.
Devemos respeitar-nos ao ponto de não nos permitirmos ingenuidades ou desvarios. Sempre. Mesmo nas coisas mais pequenas. Só quem cuida de ser honesto e íntegro nas coisas pequenas poderá ser virtuoso nas grandes. Não se pode ser inteiro descuidando qualquer uma das partes. Por mais pequena que seja. Só quem conhece a grandeza de uma sinfonia compreende o valor de cada uma das notas que a compõem. No final, nada é insignificante.
Devemos respeitar-nos ao ponto de não nos permitirmos ingenuidades ou desvarios. Sempre. Mesmo nas coisas mais pequenas. Só quem cuida de ser honesto e íntegro nas coisas pequenas poderá ser virtuoso nas grandes. Não se pode ser inteiro descuidando qualquer uma das partes. Por mais pequena que seja. Só quem conhece a grandeza de uma sinfonia compreende o valor de cada uma das notas que a compõem. No final, nada é insignificante.
É evidente que todos erramos. Todos. Uma nota errada não estraga uma melodia.
Mas quem não vive com verdade e dedicação, quem não se entrega ao que faz na
sua vida, acaba por cometer o maior de todos os erros: tornar-se insignificante.
E, quando o amor nos levar por caminhos íngremes, longos e dolorosos, que
saibamos sofrer... e, ainda que parando, e até, por vezes, voltando para trás,
consigamos sempre regressar ao caminho que é o nosso. Que somos nós.
São muitos os que tremem e não andam, temem e não lutam. Escolhem ser fracos, apesar de sonharem ser valentes. Desejam, mas as almofadas são o local onde os seus sonhos jazem em câmara ardente.
O amor é, também, uma coroa de espinhos. Fortes são os que lutam, aqueles a quem os tormentos não travam.
Os desamparos são temporários. O constante em nós é a capacidade de nos erguermos e caminharmos pelos próprios pés… apesar de tudo.
Por mais encantador ou sombrio que seja, cada passo é um caminho...
São muitos os que tremem e não andam, temem e não lutam. Escolhem ser fracos, apesar de sonharem ser valentes. Desejam, mas as almofadas são o local onde os seus sonhos jazem em câmara ardente.
O amor é, também, uma coroa de espinhos. Fortes são os que lutam, aqueles a quem os tormentos não travam.
Os desamparos são temporários. O constante em nós é a capacidade de nos erguermos e caminharmos pelos próprios pés… apesar de tudo.
Por mais encantador ou sombrio que seja, cada passo é um caminho...
José Luís Nunes Martins

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