quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Uma oração...


No meio do silêncio,
não são precisas muitas palavras para falar conTigo.


Sei que por vezes me esqueço de Ti, 

que daí olhas por mim, mas continuas a amar-me, 
como Pai, e a acolher-me de braços abertos.

Transmites-me serenidade, quando olhas para mim, através da cruz. 

Sinto a Tua força, aquela que me dás quando penso que já não posso mais. 
Sozinha não, mas conTigo, sim!
As nuvens cinzentas, que por vezes passam na vida, tapam-nos a vista.
Não consigo ver-Te, onde estás?
Ali! Mesmo à minha frente!
Naquele "bom dia", naquele "como estás", 

naquele abraço apertado, que sem palavras diz tudo.
Naqueles minutos de conversa, 

naquele sorriso rasgado, 
naquela lágrima que teima em correr.
Naquele acorde, naquela música, que se repete e vai enchendo o coração.


Estás lá, sempre.
Permaneces paciente, mesmo que eu não Te veja logo,
que ande cega com coisas de menor importância.


Sim, pois Tu deves ser o primeiro, 
Aquele a quem falo quando acordo,
Aquele a quem falo quando me deito, 
Aquele a quem entrego a vida e que zela pelo sono tranquilo.


Que bem que sabe falar conTigo, o calor da oração...
Porque precisava daquele silêncio 

para Te agradecer tudo e todos os que escreves no livro da minha vida.
No meio do silêncio,
não são precisas muitas palavras para falar conTigo.

Sei que por vezes me esqueço de Ti, 
que daí olhas por mim, mas continuas a amar-me, 
como Pai, e a acolher-me de braços abertos.
Transmites-me serenidade, quando olhas para mim, através da cruz. 
Sinto a Tua força, aquela que me dás quando penso que já não posso mais. 
Sozinha não, mas conTigo, sim!
As nuvens cinzentas, que por vezes passam na vida, tapam-nos a vista.
Não consigo ver-Te, onde estás?
Ali! Mesmo à minha frente!
Naquele "bom dia", naquele "como estás", 

naquele abraço apertado, que sem palavras diz tudo.
Naqueles minutos de conversa, 

naquele sorriso rasgado, 
naquela lágrima que teima em correr.
Naquele acorde, naquela música, que se repete e vai enchendo o coração.


Estás lá, sempre.
Permaneces paciente, mesmo que eu não Te veja logo,
que ande cega com coisas de menor importância.


Sim, pois Tu deves ser o primeiro, 
Aquele a quem falo quando acordo,
Aquele a quem falo quando me deito, 
Aquele a quem entrego a vida e que zela pelo sono tranquilo.


Que bem que sabe falar conTigo, o calor da oração...
Porque precisava daquele silêncio 

para Te agradecer tudo e todos os que escreves no livro da minha vida.



         Helena Chaveiro

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