sábado, 7 de dezembro de 2013

8 de dezembro
Festa da Imaculada Conceição


 
Neste II Domingo de Advento, nós olhamos para Maria. Diríamos que ela é uma espécie de janela, por onde a luz de Deus entra, como o sol pela vidraça! Uma janela de vidro transparente. N’Ela, não há sombra de pecado! Ela é a cheia de graça, porque está cheia da luz de Deus. E, por isso, podemos mesmo dizer, que Maria tem todas as janelas abertas a esta luz, todos os seus sentidos abertos e despertos,  para Deus. Os seus olhos, os seus ouvidos, as suas mãos, o seu coração, inteiramente todo o seu ser, estão abertos, para acolher a luz de Deus, a sua Palavra, o seu amor. Assim, cheia de Deus, cheia da sua luz, Maria é a verdadeira “Casa da Luz”! E esta luz de Deus, em Maria, brilha e rebrilha, aparece e transparece, como num vitral cheio de cores, em harmonia. Podemos dizer, que Maria é janela aberta a esta luz; é espelho, sem mancha, que reflete e irradia toda a luz, da luz recebida de Deus!
 Então, o que devemos fazer, quando olhamos para Maria, que dá luz, da luz recebida, que reflete para os outros a luz, que acolhe dentro de si? Diria: sejamos luzeiros de esperança! Deixemos que a luz de Deus, entre no nosso coração, e não deixemos morrer a esperança, nos que estão sós, nos que precisam de ternura e de carinho. “Sempre que olhamos para Maria, voltamos a acreditar na força revolucionária da ternura e do afeto” (Papa Francisco, E.G., 288). E vós podeis ser luzeiros de esperança, espalhando o vosso carinho pelos outros que vos rodeiam.

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