quarta-feira, 21 de março de 2012

«Da Identidade à Identificação»
O que somos - Como nos reconhecem


As “Jornadas de Oração e Reflexão” acontecem no âmbito das diferentes iniciativas de formação cristã desenvolvidas pela «Fraternidade dos Irmãozinhos de São Francisco de Assis», em cooperação com os leigos a eles unidos, os «Companheiros do Santíssimo Sacramento» e os «Jovens Shemá'».

Estas "Jornadas" constituem assim um tempo forte de aprofundamento da relação com Cristo, na escuta do seu Evangelho, através da oração da Liturgia das Horas, da celebração da Eucaristia, da Adoração ao Santíssimo Sacramento, e da meditação, em ambiente de íntimo silêncio. E o tempo oportuno para um maior esclarecimento dos elementos característicos da identidade de cada um dos ramos desta família espiritual de inspiração franciscana. Tudo isto, em vista de um testemunho evangélico credível e de uma acção eficaz no âmbito da nova evangelização na Diocese de Beja.

Do “esquema” que serve ao desenvolvimento das «Jornadas», é de sublinhar a exposição/partilha (da identidade específica dos três ramos), o diálogo (no final das intervenções), a síntese (elementos comuns da espiritualidade franciscana), e os desafios (actualidade do carisma como proposta de vida evangélica).

Na sua conclusão, será feita uma avaliação geral, com base no parecer dos membros dos diferentes ramos, e elaborado um texto com as prioridades para a vida espiritual, a concretizar individualmente e em família.

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Há pessoas que vivem no passado. Todas as suas referências situam-se num tempo que já não existe e que desejam com nostalgia. Para elas, o passado é melhor que o presente. O futuro não pode ser mais que a repetição desse passado ao qual se apegaram desesperadamente, como se esta atitude pudesse exorcizar a incógnita do que vai chegar. A sua memória está paralisada num passado fechado sobre si mesmo. E o que recorda converte-se em relíquia: uma múmia cuidadosamente embrulhada em ligaduras.

Ora, do que aprendemos de S. Francisco de Assis é que somos portadores do futuro do nosso passado. Mas só estando presente no seu próprio tempo é que alguém pode ser portador do futuro do seu passado. Francisco não atravessou a sua época como um estranho. Foi apenas estranho ao mundano do seu tempo, que é outra coisa muito diferente. E é isto precisamente que lhe permitiu ser esse peregrino, esse homem a caminho para o futuro, esse homem aberto às possibilidades novas de uma mudança da vida. Não contemplou o seu tempo com olhos mortos. A sua fé advertia-lhe que devia haver ali “algo novo sob o sol”. Algo novo a partir de agora, já de seguida, nesse instante. Na sua própria época. No próprio movimento da sua época.

1 comentário:

Anónimo disse...

Estas jornadas vão ficar para sempre no meu coração..., dou os parabéns ao jovens, pelas apresentações dos vossos trabalhos, pela sua participação, pela sua alegria própria de cada um, pela vossa companhia, foram excelentes em tudo,os parabéns aos irmãozinhos pelas intensas orações e momentos de intimidade com Deus, que nos porpocionam SEMPRE, pelo carinho acolhedor de todos, ao Frei Luís pelos bons momentos de reflexão que nos apresenta sempre, pelo carinho que a todos acolhe,obrigados companheiros de caminhada. Obrigado por tudo, gostei muito da participação de todos, foram momentos maravilhosos e únicos, tenho a certeza que saímos de lá todos mais enrriquecidos...é razão para continuar... Obrigado a todos os que participaram nestas jornadas! Paz e Bem, que Jesus e Sua Mãe nos abençõe a todos!!!...